quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ser vítima: caminho para o fracasso

Olá!

Depois de muitos dias sem postar, devido à muitas atividades, eu voltei. Inclusive, uma das atividades foi a minha formatura no TCI da Dale Carnegie, nesta segunda feira. Foi uma sessão memorável, onde eu me emocionei muito ao perceber que via as pessoas como eu mesmo, e isso fazia com que eu tivesse um péssimo julgamento acerca delas. Felizmente, reconhecer os erros de forma enfática e imediata é, além de um dos princípios de relações humanas (princípio 12), o primeiro passo para corrigir uma atitude indevida.

Como voltei a andar de metrô hoje, peguei o livro Os segredos da mente milionária, de T. Harv Eker, para variar um pouco do Como evitar preocupações e começar a viver. É um livro que segue a mesma estrutura dos livros de Dale Carnegie, porém com princípios para ficar rico (algo que eu realmente gostaria que acontecesse para mim e para vocês).

Interessante é que, ainda relacionado ao princípio 1, eu li neste livro algo que está muito relacionado. Coincidentemente ou não, o primeiro arquivo de riqueza apresentado neste livro é:

As pessoas ricas acreditam na seguinte idéia: "Eu crio a minha própria vida". As pessoas de mentalidade pobre acreditam na seguinte idéia: "Na minha vida as coisas acontecem".

E o que isso tem a ver com não critique, não condene, não se queixe? Ora, as pessoas que acreditam que na vida delas as coisas apenas acontecem se colocam no papel de vítimas. E algumas das principais atividades das vítimas são justamente a queixa, a crítica e a condenação. E, como bem aprendemos no livro azul, tudo o que uma pessoa faz ao ser criticada é buscar uma justificativa, sempre externa, para amenizar a conseqüência do que se passa com ela.

Além disso, aquilo que focamos se expande, como dito no livro. Quando você se queixa, no que está concentrando: no que está certo ou no que está errado na sua vida. Obviamente, está dando destaque ao que está errado. E uma vez que aquilo que é focalizado se expande, você só receberá mais do que está indo mal.

Isso tudo sem falar que, ao criticarmos e queixarmos, não estamos apresentando nenhuma solução para o problema. O livro propõe o desafio de ficarmos sete dias sem nos queixarmos de nada. Eu proponho o mesmo desafio, só que melhorado. Não apenas devemos ficar sem nos queixar. Para cada situação em que formos emitir uma crítica, ao invés de fazê-lo, devemos emitir pelo menos uma sugestão de como fazer a mesma coisa de forma diferente e melhor. Desta forma, deixamos de focalizar algo negativo e passaremos a vislumbrar novas possibilidades para resolver nossos problemas.

Um grande abraço!

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