segunda-feira, 14 de julho de 2008

Supere seus limites

Meus prezadíssimos amigos, estou totalmente sem tempo para postar. Primeiro foi o meu aniversário, que organizei uma grande festa e tive a honra de receber meus amigos. Depois, uma viagem ao Rio, para trabalho e o casamento de uma amiga. E agora, a fase final de um projeto meu.

Assim como todos vocês, precisei e preciso vencer todos estes desafios. E sempre temos que ir além. Para conseguirmos isso, devemos nos espelhar em quem tem superado limites desde o nascimento. Leiam esta história e se emocionem, assim como eu:

http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br/#2008_07-07_03_35_52-129797961-0

Abraço!

terça-feira, 17 de junho de 2008

Sorria, meu bem... SORRIA!

Para não deixarmos ninguém na zona de conforto e achando que esta postagem seria sobre o princípio três de relações humanas, vamos pular para o princípio cinco, que é um dos mais simples:

Sorria!

Ninguém gosta de um rosto carrancudo. E não é necessário muita coisa para que nossa fisionomia demonstre outra coisa que não a alegria. A maior prova disso são os emoticons, carinhas formadas com os sinais de pontuação:

:-)
:-|
:-(

Repare que, destas três, apenas a primeira está realmente feliz. No teclado, bastou um caracter diferente para mudar a expressão do "rosto". E na nossa face? Basta uma sobrancelha mais arqueada que a outra para quebrar nossa influência.

O ato de sorrir está muito ligado a dar às pessoas um incentivo para fazerem algo por você ou com você. Se o outro enxerga felicidade, sente-se mais a vontade para contribuir com o que você propõe, mesmo que seja o seu dever. O mesmo exemplo descrito no livro Como fazer amigos e influenciar pessoas aconteceu comigo recentemente. Fui pedir um sanduíche em uma loja onde você escolhe os ingredientes. Todo o tempo eu sorri para a pessoa (tudo bem que um grande componente da minha alegria era devido ao delicioso sanduíche que mataria a minha crescente fome). Resultado: ela partiu o pão a maior para mim e derrubou um tanto de molho. O sanduíche ficou mais gostoso e me satisfez mais. Tudo devido a um sorriso.

Portanto, encarem o desafio de sorrir a todo momento, para que as pessoas ajam com mais entusiasmo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Por que é tão difícil elogiar?

Aprendemos durante o treinamento que o elogio é uma poderosa ferramenta de incentivo às pessoas. Quando reconhecemos e apreciamos o que as pessoas fazem de bom, nós as ajudamos a manter e progredir com aquele comportamento. Portanto, por que alguns líderes têm tanta dificuldade em apreciar o que seus colaboradores fazem?

Nos ambientes competitivos, pode um elogio ser encarado como sinal de fraqueza? Ora, se enaltecemos uma qualidade de um colega, não significa que não a tenhamos. Pelo contrário, pode ser um reconhecimento a alguém que enfrentou o mesmo esforço que nós para atingir aquele patamar.

Mesmo que estejamos focando em algo que não possuímos, esta é a essência do trabalho em equipe. Se quisermos elogiar o que não temos, junto ao elogio devemos realçar este aspecto. Afinal, conseguiremos melhorar a performance não só da pessoa que foi reconhecida. Melhoraremos a produtividade e o empenho de todos no grupo.

E para que nossas considerações não caiam no vazio, devemos sempre lembrar do princípio número dois de relações humanas:

Aprecie honesta e sinceramente

Um abraço e até a próxima!

(P.S.: Peço desculpas pelo tempo sem postar. Além da sobrecarga de trabalho, confesso que levei muitos dias para pensar sobre o assunto e expor com o enfoque que eu gostaria. Obrigado pela leitura!)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ser vítima: caminho para o fracasso

Olá!

Depois de muitos dias sem postar, devido à muitas atividades, eu voltei. Inclusive, uma das atividades foi a minha formatura no TCI da Dale Carnegie, nesta segunda feira. Foi uma sessão memorável, onde eu me emocionei muito ao perceber que via as pessoas como eu mesmo, e isso fazia com que eu tivesse um péssimo julgamento acerca delas. Felizmente, reconhecer os erros de forma enfática e imediata é, além de um dos princípios de relações humanas (princípio 12), o primeiro passo para corrigir uma atitude indevida.

Como voltei a andar de metrô hoje, peguei o livro Os segredos da mente milionária, de T. Harv Eker, para variar um pouco do Como evitar preocupações e começar a viver. É um livro que segue a mesma estrutura dos livros de Dale Carnegie, porém com princípios para ficar rico (algo que eu realmente gostaria que acontecesse para mim e para vocês).

Interessante é que, ainda relacionado ao princípio 1, eu li neste livro algo que está muito relacionado. Coincidentemente ou não, o primeiro arquivo de riqueza apresentado neste livro é:

As pessoas ricas acreditam na seguinte idéia: "Eu crio a minha própria vida". As pessoas de mentalidade pobre acreditam na seguinte idéia: "Na minha vida as coisas acontecem".

E o que isso tem a ver com não critique, não condene, não se queixe? Ora, as pessoas que acreditam que na vida delas as coisas apenas acontecem se colocam no papel de vítimas. E algumas das principais atividades das vítimas são justamente a queixa, a crítica e a condenação. E, como bem aprendemos no livro azul, tudo o que uma pessoa faz ao ser criticada é buscar uma justificativa, sempre externa, para amenizar a conseqüência do que se passa com ela.

Além disso, aquilo que focamos se expande, como dito no livro. Quando você se queixa, no que está concentrando: no que está certo ou no que está errado na sua vida. Obviamente, está dando destaque ao que está errado. E uma vez que aquilo que é focalizado se expande, você só receberá mais do que está indo mal.

Isso tudo sem falar que, ao criticarmos e queixarmos, não estamos apresentando nenhuma solução para o problema. O livro propõe o desafio de ficarmos sete dias sem nos queixarmos de nada. Eu proponho o mesmo desafio, só que melhorado. Não apenas devemos ficar sem nos queixar. Para cada situação em que formos emitir uma crítica, ao invés de fazê-lo, devemos emitir pelo menos uma sugestão de como fazer a mesma coisa de forma diferente e melhor. Desta forma, deixamos de focalizar algo negativo e passaremos a vislumbrar novas possibilidades para resolver nossos problemas.

Um grande abraço!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Princípio 1: Não critique, não condene, não se queixe

Acho que algumas pessoas sabem que eu estou fazendo um treinamento na Dale Carnegie. Após ler o livro Como evitar preocupações e começar a viver, o qual estou relendo, e participar da palestra de apresentação do Treinamento de Competências Interpessoais, decidi me matricular. Felizmente conto com o apoio da minha avó para custear este investimento, que tem me dado um retorno em auto-confiança e realização pessoal muito bom.

Gostaria de dividir com vocês o primeiro princípio de relações humanas que eu aprendi. São nove princípios, que serão o tema dos próximos posts.

Princípio 1 - Não critique, não condene, não se queixe

Pense em todas as pessoas de quem você só ouve críticas ou queixas. Suponho que, assim como eu, você as divida em dois grupos. Ou o grupo dos chatos, que só sabem reclamar do que lhes acontece e criticar o que você faz. Ou o grupo daqueles que têm autoridade para lhe cobrar algo, mas o máximo que conseguem é o seu constrangimento e as suas justificativas, sejam elas fundamentadas ou não. Porém, veja que não há opção agradável para nenhuma delas.

Agora, coloque-se no lugar do emissor de tais palavras. Não seria mais agradável falar de coisas boas ao invés de reclamar da vida, do trânsito ou do seu baixo salário? Não seria mais agradável proporcionar o desenvolvimento das pessoas através do incentivo, ao invés de ressaltar os defeitos e bloquear qualquer outra iniciativa?

Por favor, não estou defendendo que todos passemos a encarar a vida como um mar de rosas utópico. Não nascemos ontem, sabemos que Papai Noel não existe. Porém, as coisas são como as vemos. Se só olharmos para o negativo, só veremos nuvens negras no céu. Mas, se buscarmos o fiapo de sol entre elas, o tempo logo se abre e sentimos o calor da vida na nossa pele. Se buscarmos o que os outros fazem de melhor, e incentivarmos tais atitudes, as pessoas se sentirão tão empenhadas a buscar a melhoria, que talvez deixem de fazer o que não lhe agrada.

Portanto, antes de emitir uma crítica ou uma queixa, sobre os outros ou você mesmo, pergunte-se:o que ganharei ao emitir tal crítica ou queixa? Quando eu tenho feito estas análises, sempre chego à conclusão de que não ganharei nada. Então, busco uma outra forma de agir.

Como agir? Veremos em breve...